
Ver vendo...
De tanto ver, a gente banaliza o olhar; Vê...não vendo. Experimente ver, pela primeira vez, o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é; O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa retina é como um vazio. Você sai todos os dias, pela mesma porta... Se alguém lhe perguntar o que vê no caminho, você não sabe. O hábito suja os olhos e baixa a voltagem.Mas há sempre o que ver: Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que um adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de de ver pela primeira vez, o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que raramente vê o próprio filho. Marido que nunca viu a própria esposa. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. ...É por aí que se instala o "monstro da indiferênça".
De tanto ver, a gente banaliza o olhar; Vê...não vendo. Experimente ver, pela primeira vez, o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é; O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa retina é como um vazio. Você sai todos os dias, pela mesma porta... Se alguém lhe perguntar o que vê no caminho, você não sabe. O hábito suja os olhos e baixa a voltagem.Mas há sempre o que ver: Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que um adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de de ver pela primeira vez, o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que raramente vê o próprio filho. Marido que nunca viu a própria esposa. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. ...É por aí que se instala o "monstro da indiferênça".


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